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Alinhadores finalizados com Clareadores e Resinas

Hoje eu quero conversar com vocês sobre três técnicas que tenho usado muito no consultório: Alinhadores finalizados com clareamento dental e restauração dos dentes desgastados com resinas compostas.

Vou exemplificar com o caso de uma paciente que veio ao consultório com uma queixa desses pequenos detalhes, que quando corrigidos, fazem toda a diferença no sorriso. Tenho muito paciente jovem que a queixa é apenas estética.

A boa notícia é que temos muitas alternativas super legais, modernas, rápidas e práticas para ficar com o sorriso perfeito e perder a vergonha de postar fotos na internet.

Essa paciente tinha o dentes bem desgastadinhos nas pontas pelo fato de ter uma oclusão não tão adequada. Assim, com o passar do tempo, o dente sofre o desgaste por estar na posição errada.

Os dentes superiores dela também estavam um pouco tortinhos. Então precisávamos alinhar estes dentes e restaurar o desgaste.

Diante desse cenário, optamos pelo tratamento com os alinhadores, como já apresentei aqui em outros momentos. Produzimos um arquivo digital a partir dos modelos dela. Nesse arquivo simulamos os movimentos que serão necessários para alinhar.

A primeira etapa foi concluída, mas ainda faltou corrigir um pouco a inclinação dos dois centrais. Seria então necessário um refinamento do Alinhador.

Neste caso, junto com a paciente, decidimos pela correção da inclinação direto com resinas compostas, já que já iríamos usa-las para recobrir os desgastes das pontinhas.

Então, a próxima etapa foi o clareamento e depois as resinas, já com a cor final correta.

Essa é uma super indicação! Tenho feito muito a associação desses três tratamentos para pacientes jovens… dá muito certo, de um jeito fácil e rápido, solucionando em poucos meses.

Espero que tenham gostado do tema. A Clínica Renata Avighi está preparada para atender você e te ajudar no sonho do sorriso perfeito.

Entre em contato: 19 3377 7932

Sorriso para Casamento

Hoje eu vou mostrar para vocês mais um caso em que os detalhes fazem toda a diferença.

Há uma procura muito alta aqui no consultório por meninas que vão casar e querem que, no dia do casamento, o sorriso esteja perfeito.

Acho muito legal essa preocupação neste momento tão único em que todo detalhe importa e é essencial.

Em geral são pacientes com o sorriso já bonito e alinhado, mas que em momentos como de “selfies”, por exemplo, em uma foto sem tanta luz, fica mais perceptível se há um dente mais atrás ou alguma outra imperfeição. Hoje em dia a gente se nota muito mais porque se fotografa muito mais, né?

As queixas são simples e fáceis de resolver, mas fazem toda a diferença no sorriso final. Vou apresentar um caso para vocês.

Essa paciente tinha alguns detalhezinhos que poderiam deixar o sorriso dela ainda mais bonito se corrigidos: algumas manchinhas brancas, bem comuns em pacientes que usaram aparelho fixo, e a falta de harmonia entre lado direito e esquerdo superiores.

O lado direito tinha um nível gengival muito mais alto que o outro. Além disso, os dois dentes superiores centrais eram desalinhados em relação aos outros, bem mais para fora.

O processo de correção foi realizado pelo uso de alinhadores para ajustar a posição dos dentes superiores desalinhados, um bom clareamento, restauraçõezinhas nas manchinhas para escondê-las completamente e nivelamos o nível gengival esquerdo e direito.

Por fim, uma queixa desta paciente era a de que quando sorria, ela expunha muito a gengiva. Também já falamos deste assunto aqui no blog sobre sorriso gengival. Como esta paciente estará muito feliz no dia do seu casamento e vai dar sorrisos largos, optamos por relaxar um pouco este sorriso com o uso do botox no ponto específico do músculo elevador do lábio.

O sorriso gengival incomoda algumas pacientes principalmente quando querem usar batom vermelho que dá destaque para essa região.

No caso dela o resultado foi perfeito, pois ela se sentiu mais à vontade para usar a cor de batom que queria exibindo dentes alinhadinhos e brancos sem mostrar muito a gengiva.

Este caso mostra como corrigindo várias pequenas intervenções transformamos o sorriso de uma paciente que já era bonita em um sorriso perfeito. Assim ela poderá sorrir com tranquilidade no casamento.

Espero que vocês tenham gostado desse tema. Independente de casamento, se o que você busca é um sorriso harmonioso, conte com a Clínica Renata Avighi

Alinhadores – Indicação e estudo de caso

Olá, tudo bem? Hoje eu gostaria de explicar para vocês o que são os alinhadores ou aparelhos invisíveis. Os alinhadores foram inventados para substituir os aparelhos fixos convencionais.

Então aquelas peças metálicas ou mesmo as peças estéticas que são coladas nos dentes para fazer a ortodontia foram substituídas por uma moldeira de acetato  fina, transparente, confortável, bem discreta e removível, permitindo ao paciente tirar e colocar o aparelho durante todo o tratamento.

As moldeiras são uma solução muito legal para pacientes adultos que não querem usar ou recolocar o aparelho fixo tradicional. Os alinhadores podem ser removidos na hora da escovação e na hora da alimentação, garantindo além do conforto estético, o conforto durante esses processos diários, queixa recorrente de pacientes que usam aparelhos fixos.

Mas como funciona esse processo? Como criamos alinhadores para um paciente? Os alinhadores são feitos de maneira totalmente digital por meio de um planejamento inicial.

O paciente interessado vem até o consultório e nós fazemos um diagnóstico e uma moldagem e a partir daí geramos um arquivo digital. Todo o nosso planejamento é feito pelo computador.

Vou exemplificar com um caso para vocês. Uma paciente que a queixa era o dente superior um pouco tortinho. Nós escaneamos a arcada dental da paciente para o computador e por ele simulamos o resultado final corrigindo o problema. Através de um programa especifico simulamos os movimentos necessários para movimentar o dente em questão e deixa-lo alinhado.

Porém, para chegar a esse resultado não é tão simples como é no computador. Eu não posso girar o dente de uma vez só, de forma brusca, nem girar essa quantidade de graus de uma só vez. É preciso fazer pequenos movimentos. No caso desta paciente foram necessários quatro movimentos para a correção.

O processo funciona assim: para cada movimento geramos três tipos de alinhadores. Um mais molinho que prepara o movimento, uma moldeira mais rígida que força um pouco mais e uma terceira ainda mais durinha que finaliza o movimento.

Assim, no caso desta paciente foram usados 12 alinhadores, três para cada movimento. A troca de alinhadores é a cada 15 dias, então esta paciente realizou o tratamento em 6 meses.

Como criamos as moldeiras? Nós geramos todos esses alinhadores pelo computador e imprimimos digitalmente. O paciente precisa vir ao consultório a cada 15 dias para que eu possa acompanhar essa evolução de perto e fazer as trocas dos alinhadores.

Em alguns casos é necessário fazer um ajuste entre um dente e outro com uma lixinha para que esse dente tenha espaço para se movimentar. Ao final do uso planejado das moldeiras, nós vamos checar se o resultado ficou satisfatório.

Isso porque como o processo se dá digitalmente e nós somos seres biológicos, precisamos saber se esse dente vai se movimentar conforme projetamos no computador. Isso vai depender da resposta e da disciplina de cada paciente.

Eu sempre falo isso com meus pacientes. Se você não for usar o aparelho, não adianta eu propor um alinhador para você. O alinhador é praticamente um aparelho fixo com a vantagem que você pode tirar em alguns momentos.

O ideal é que você fique o máximo de horas possíveis. Em geral eu preconizo 22 horas por dia para que esse movimento seja realizado. Não adianta usar 5 ou 6 horas por dia e esperar o resultado final adequado.

Nos casos em que o paciente usou corretamente as moldeiras e não chegamos ao resultado perfeito, realizamos novamente um projeto e mais três moldeiras para um último movimento mais refinado. Às vezes, como foi o caso desta paciente, ao alinhar corretamente os dentes percebemos um desgaste anterior devido ao dente fora de posição, mas que era imperceptível no inicio, quando o dente estava tortinho.

Então nem sempre quando terminamos a sequência de alinhadores finalizamos o tratamento.  Algumas vezes são necessários esses ajustes finais, como restaurações de resina estéticas, para aí sim chegarmos ao sorriso perfeito!

O destaque para esse tratamento foi que com as moldeiras a paciente realizou o procedimento em 6 meses e com o aparelho fixo isso levaria um ano. Então indico este tratamento para quem busca conforto, rapidez e não se sente à vontade com os aparelhos fixos convencionais.

Os alinhadores vieram para ajudar nesse processo e corrigir pequenas imperfeições! Ficou claro para vocês?

Se tiver qualquer dúvida, conte com a Clínica Renata Avighi. Entre em contato!

Desgaste e Lente de Contato Dental

Hoje vou esclarecer para vocês um dos grandes mitos da odontologia atual. Desgaste e lente de contato dental. É preciso fazer desgaste quando vamos fazer lentes de contato dentais?

Essa questão é muito comum em uma primeira consulta na Clínica Renata Avighi, em Piracicaba, muitas vezes o paciente não quer fazer faceta de porcelana e sim lentes de contatos dentais, “porque não desgastam os dentes”. Na verdade, isso é um grande mito.

Eu até já falei sobre isso em outras postagens, é muito mais uma questão de nomenclatura. O resultado final acaba sendo a mesma coisa. O que importa é que o sorriso fique natural e perfeitamente alinhado, como no planejamento inicial, parecendo dente, e que não se diferencie se foi uma faceta ou lente de contato.

Vou explicar o porquê do desgaste ou não quando fazemos lente de contato dental ou mesmo porcelanas e facetas. Antes de iniciar a transformação fazemos um projeto para definir qual o tratamento e se é necessário desgastar ou não os dentes. A gente não desgasta porque quer ou porque o paciente não quer, é pela importância para o resultado final.

No planejamento, eu organizo e decido junto com o paciente a construção do sorriso final pela transformação estética com peças indiretas e laboratoriais como são as lentes. É obrigatório nós seguirmos uma sequência. A gente define uma posição final para aquele dente.

Para isso, eu avalio se a posição do dente do paciente atrapalha ou não a transformação. Então, essa decisão de desgaste é pensada junto com o laboratório quando decidimos qual o resultado final é esperado e qual posição dos dentes ficará agradável esteticamente e adequado nesse sorriso.

Existem dois tipos de casos então, o que desgasta, e o que não desgasta. Isso falando de casos de pacientes mais jovens, sem intervenções prévias, que apenas buscam por um sorriso mais alinhado e bonito.

Tem o caso de paciente que chega ao consultório com um sorriso inicial que facilita muito o trabalho, não precisando de desgaste e tem paciente que tem o sorriso com algum dente que atrapalha no resultado final, então é preciso fazer uma intervenção um pouco maior. Vou apresentar os dois para vocês.

O primeiro caso é de uma paciente que possuía algumas resinas desgastadas e manchadinhas, dentes pequenininhos com bastante espaço entre eles. Eu já cuido do sorriso dessa paciente há 8 anos e neste momento ela optou pela troca das resinas pelas lentes de contato, prezando pela durabilidade, resistência e também por não mancharem. É possível remover as resinas de maneira bem conservadora, sem mexer no dente ou no esmalte.

Como eram dentes menores, com espaço, já alinhados para dentro, certinhos, é muito mais simples o uso das lentes porque é só colar em cima do dente natural. Essa transformação saiu de um sorriso com aspecto mais infantil para um sorriso mais volumoso e dominância. Nesse caso eu não preciso desgastar, o dente dela já veio pronto para mim, eu só vou acrescentar material.

O outro caso, de uma paciente também jovem, era a queixa da irregularidade da largura dos dentes, enquanto uns eram mais largos outros eram bem fininhos. Segundo a paciente era um sorriso desproporcional, sem destaque.

Para planejarmos o novo sorriso utilizamos um recurso digital chamado grade. Por ele, conseguimos ver a proporção ideal entre largura e altura dos dentes centrais superiores, que deve ser de 75% e o dessa paciente era de apenas
64%.

Para chegar ao resultado final e arrumar a proporção dos dentes e os espacinhos entre eles, nesse caso, é preciso desgastar um pouquinho. Não é possível colocar um dente mais para direita ou mais para esquerda sem fazer um desgaste lateral. Assim, o que define para mim se vou desgastar ou não é a posição inicial desse dente e o quanto ela atrapalha para chegar ao resultado final ideal.

Claro que o objetivo é sempre ter um processo mais conservador possível, a odontologia está caminhando para isso. Eu sempre explico para o paciente que os dois casos ficam bonitos e perfeitos, mas é preciso ter a consciência de qual
caso você se encaixa para que possamos realizar o processo e gerar um resultado satisfatório e sem surpresas desagradáveis.

É isso, espero que vocês tenham entendido. Qualquer dúvida, entre em contato com a Clínica Renata Avighi:

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Indicação de Alinhadores Dentais

 

Olá pessoal! Hoje eu vou tirar mais uma dúvida frequente na Clínica Renata Avighi, em Piracicaba e explicar para vocês quais são as principais indicações dos alinhadores ou aparelhos invisíveis.

Os alinhadores foram criados para os pacientes adultos, para substituir os aparelhos fixos convencionais em pacientes que hoje não tem nem mais paciência nem vontade de usar um aparelho fixo.

O aparelho fixo é muito desconfortável em alguns momentos, como por exemplo na alimentação e esteticamente ele não é tão agradável para pacientes adultos. Então para isso foi criado o alinhador que é uma moldeira transparente, discreta, confortável e que pode ser removida. Quais os casos que indico essa troca?

Nem sempre nós conseguimos substituir o aparelho fixo convencional. A minha maior indicação, além do uso por pacientes adultos, é para corrigir pequenos detalhes. É o caso de pacientes que já usaram aparelho e que depois de algum tempo algum dente entortou um pouquinho de novo, incomodando o cliente ao sorrir em fotos e tudo mais.

Muitas vezes, nesses casos menores, o alinhador tem efeito até mais rápido que o aparelho convencional. Isso porque ele não precisa daquele tempo inicial, que os aparelhos tradicionais tem, com uso de fios mais fraquinhos. Os alinhadores fazem isso com o próprio movimento das moldeiras.

Vou ilustrar com um caso para vocês entenderem ainda melhor. Uma paciente, já adulta, tinha os dentes um pouco tortos na região inferior e se incomodava com a estética desses dentes. Fizemos uma leve correção, também, nos superiores para melhorar o encaixe entre os dentes. Por meio de recurso digital podemos acompanhar essa transformação do sorriso, intercalando os dentes corretamente com o uso dos alinhadores.

Os dentes inferiores são dentes que sofrem muito movimento ao longo da vida. É bastante comum em pacientes adultos perceberem essa movimentação, inclusive em pacientes que nunca usaram aparelho. Essa região sofre uma reformulação óssea com o passar dos anos e os dentes inferiores frontais são dentes com raízes mais lisas que tendem a girar mais facilmente, por isso acabam ficando tortinhos.

Então nestes casos montamos alinhadores, obtendo um resultado mais rápido, mais bonito esteticamente e mais confortável para o paciente. Uma segunda indicação que eu faço é para casos também de pacientes adultos, mas que
tem uma quantidade maior de correções. Qual a desvantagem do uso de alinhadores nessas situações?

Por ser um tratamento maior, o preço acaba ficando um pouco mais elevado porque se precisa de um maior número de moldeiras — que são calculadas pela quantidade de movimentos necessários para a correção — e nem sempre se ganha em tempo em relação ao aparelho convencional, ficando quase o mesmo período.

Veja só este caso. Um paciente adulto, com a necessidade de um maior número de correções, dentes bem tortinhos e nunca tinha feito uso de aparelho. O resultado também fica perfeito com os alinhadores! Mas requer um pouco mais de tempo, assim como o do aparelho convencional, e um uso maior de moldeiras.

Eu sempre apresento as duas opções para o paciente, principalmente para os que prezam pela estética e não se sentem confortáveis com o fixo convencional. Sempre esclareço a questão dos gastos nestes casos mais complicados que os alinhadores acabam saindo mais caros, embora garantam essa questão estética, e quanto ao tempo.

Então, os alinhadores são ideais para pacientes adultos com movimentos menores e também são indicados para adultos com correções maiores. Cabe ao paciente decidir qual investimento que ele pode e gostaria de fazer garantindo o que preza durante o tratamento.

É isso. Espero que vocês tenham compreendido, se ficou alguma dúvida, entre em contato
com a Clínica Renata Avighi. Até a próxima!

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Quantos elementos envolvem uma transformação de sorriso?

Oi gente, tudo bem? Hoje eu queria explicar pra vocês como definimos quantos elementos envolvem uma transformação de sorriso com lentes de contato dentais.

Eu sempre explico para os meus pacientes que essa decisão é muito relativa, depende muito do que o paciente espera do tratamento. Assim, depende basicamente de 2 coisas:

1. Quantos dentes estão fora do alinhamento e cor, isto é, se o paciente possui muitas restaurações antigas, se já tem intervenções de outros dentistas, coroas, enfim, nesse caso precisamos envolver todos esses elementos para conseguir uma transformação maior, assim recobrimos mais dentes;

2. O quanto de transformação esse paciente espera, principalmente em relação à cor. Vou contar um caso clinico de exemplo para vocês. Esse paciente já possuía os dentes bem alinhados, porém com algumas intervenções anteriores e um implante. A queixa dele era a perda dental, ocasionada por trincas irreversíveis, devido à parafunção de apertar
muito os dentes um contra o outro, e também a cor amarelada.

Ele gostaria de mudar radicalmente a cor. Então eu preciso necessariamente envolver todos os dentes. Se eu fizesse só de canino a canino superiores, 6 dentes, ia ficar um resultado completamente esquisito. Principalmente pelo agravante de que ao sorrir o paciente mostra até o molar.

Nesses casos a transição de cor fica muito aparente e evidente. Ele não tinha ideia de quantos dentes gostaria de transformar e eu expliquei a questão acima. Assim como não podemos deixar os dentes superiores ultra brancos e os inferiores amarelados.

Então a decisão foi pela transformação completa, envolvendo todos os dentes. Para ficar ainda mais claro, vou contar outro caso para vocês. Dessa vez, de um paciente oposto deste, a única queixa desse paciente é que os dentes da frente já tinham algumas resinas antigas e ele queria trocar isso por um procedimento um pouco mais duradouro e
definitivo. Ele estava satisfeito quanto à cor dos seus dentes.

Eu expliquei para ele algumas possibilidades e conversando decidimos por fazer apenas 4 elementos. A gente consegue fazer uma transformação super bonita! Por exemplo, ele tinha uma “curva invertida”, os dentes da frente eram muito mais curtos que os dentes do fundo e as restaurações antigas que estavam manchadas, coisa que é muito comum.

Neste caso, o que a gente faz? Removemos essas restaurações e melhoramos a curva do sorriso. Essa
melhoria, de deixar os 4 dentes da frente na mesma altura dos caninos e trocar restaurações, rejuvenesce o sorriso.

Isso foi possível porque o paciente não queria dentes mais claros que os caninos que não iriam ser modificados. Assim, nós chegamos no mesmo tom de cor para a transformação ficar bonita, sem diferença de transição entre os elementos de porcelana com o restante.

Então deu para perceber como é relativo, certo? Nós conseguimos fazer uma transformação bonita com 4 ou 24 dentes, depende realmente do que o paciente espera como resultado final.

Eu sempre deixo isso muito claro no início do tratamento para que o paciente não invista em 6 elementos, por exemplo, e depois ache que ficou faltando um pouco mais para corrigir o sorriso de maneira perfeita.

Então eu apresento fotos, com livre exposição de o quanto o paciente mostra os dentes ao sorrir, outros casos, para que juntos a gente decida quantos elementos são necessários. Claro que quanto menos elementos a gente puder envolver, melhor.

Hoje estamos numa tendência do minimamente invasivo, mexer o quanto menos, invadir o quanto menos. Decidindo junto após esse estudo, nós conseguimos um resultado final com previsibilidade e preservação dental, que é o mais importante. Espero que vocês tenham entendido e gostado. Até a próxima!

Tratamentos para os tipos de Sorriso Gengival

Olá, pessoal, como vão? Hoje vou explicar para vocês os tipos de sorriso gengival e quais são os tratamentos para fazer as correções para esses sorrisos.

A gente tem basicamente dois tipos de sorriso gengival. Um é quando paciente tem um excesso de gengiva, então ele tem bastante tecido gengival sobre os dentes, e eles acabam ficando pequenininhos.

O segundo tipo é quando o paciente tem uma exposição de gengiva muito grande ao sorrir, isso quer dizer que ele levanta muito o lábio neste movimento, aí sim a gente consegue ver muita gengiva.

Para cada situação é um tratamento diferente e a gente precisa encará-los de uma maneira diferente. Por exemplo, vou apresentar o caso de uma paciente que tinha o sorriso gengival causado por excesso de gengiva.

Na circunstância, o dela era um excesso de gengiva unilateral, muito comum entre os pacientes. Ela possuía um lado do sorriso bem certinho e um lado com a linha dos dentes mais abaixo, que a incomodava, principalmente em fotos
em que um lado aparecia e o outro não.

Neste quadro, a indicação é uma remoção unilateral do excesso de gengiva. O lábio dela estava bonitinho, na posição certa, não era essa a questão. O problema é que do lado direito do sorriso ela tinha um excesso de gengiva sobre os dentes. Aí a gente faz uma plástica deste lado para nivelar e igualar os dois lados. E pronto, muitas vezes é o suficiente!

Já existe uma segunda situação que é quando o paciente levanta muito o lábio, há um exagero na contração. O músculo que contrai na hora do sorriso é um músculo muito forte, então acaba fazendo uma exposição exagerada.

Este não é um caso que se pode remover mais gengiva. Apresentando o caso de uma paciente com essa queixa, nós chegamos na solução aplicando botox. Eu defino o local ideal do músculo para a aplicação da toxina botulínica, usada para relaxar este músculo.

Consequentemente este músculo perde a força e assim contrai menos. Durante o processo a gente vai acompanhando o sorriso até chegar num resultado que a paciente espera. Esse procedimento é para conter o lábio, a gente faz com que ele desça um pouquinho e a paciente mostre menos gengiva.

São duas situações completamente diferentes. É muito comum que o paciente tenha as duas coisas, então como faço o procedimento normalmente?

Começo pela remoção do tecido, tiro o excesso, o paciente olha no espelho e vê se ele já está se sentindo bem e confortável com o próprio sorriso. Caso sim, nós paramos por aí. Se ele achou que ainda tem uma exposição grande, aí sim nós pensamos na segunda etapa que é a utilização do botox bloqueando a contração muscular exagerada.

Assim, nós conseguimos transformar o sorriso das duas maneiras. Quando o paciente chega para mim com esta queixa, o que acredito ser mais importante é explicar esses dois tipos de sorriso gengival e baseado nisso a gente indica um ou outro, ou até a associação dos dois tratamentos.

Bom, pessoal, é isso! Espero que vocês tenham compreendido e até a próxima! Qualquer dúvida, entre em contato com a Clínica Renata Avighi:

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Diferença entre e faceta e coroa

Olá, tudo bem? Hoje o nosso tema é a diferença entre lente de contato dental, faceta e coroa.

Essa é uma dúvida super frequente aqui no consultório porque as pessoas não conseguem compreender o que é cada coisa, se são materiais diferentes, se o processo para fazê-las é diferente e tudo o mais. Então, o que eu sempre explico aqui, para os meus pacientes, é que é basicamente tudo a mesma coisa.

Na verdade, os três são feitos do mesmo material, a porcelana. O que muda é a exigência de cada dente. Então, por exemplo, quando o paciente já tem uma coroa, eu preciso colocar uma coroa de volta.

Quando o paciente tem uma intervenção anterior muito grande, eu preciso acabar envolvendo mais o dente, optando por uma faceta. Quando o paciente não tem o dente desgastado, a gente quase não desgasta ou desgasta zero, e isso tem uma nomenclatura de lentes de contato dentais.

Então é mais uma diferença de nomenclatura de uma peça para outra e que, no fundo, o importante é que tudo fique com cara de dente. Que ao sorrir notemos um sorriso bonito, independente da diferença de formato das peças cerâmicas.

Vou explicar apresentando um caso de uso de lentes de contato dentais. No caso desta paciente, a queixa dela era o
sorriso: dentes pequenos e algumas restaurações nos dentes da frente.

Uma paciente super jovem, então mesmo tendo a necessidade de remover essas intervenções anteriores, eu não vou desgastar estes dentes. Além disso, a curva do sorriso da paciente é uma curva “para dentro”, então era interessante ganhar volume nesse sorriso.

Para isso, é ainda mais recomendável não desgastar e sim colar as lentes por cima dos dentes.

No caso desta paciente, eu não faço quase nenhuma intervenção, os dentes já têm a cor super bonita, é possível usar uma peça super fininha em que não preciso me preocupar em esconder a cor do dente natural da paciente… isso é uma indicação total para o uso de lentes de contato dentais.

Mas nem sempre os pacientes são assim, nem sempre os pacientes vão ter 18 anos ou tem cores naturais tão bonitas quanto essa. Muitas vezes a gente atende pessoas, para fazer uma transformação do sorriso, que já têm alguma intervenção clínica e querem substituí-la.

Por exemplo, outro caso, de uma paciente que tinha coroas anteriores e implantes nos dentes da frente. Não tem como eu fazer uma faceta, eu preciso fazer uma coroa sobre esse implante, já que ela não tem mais o dente dela.

Neste caso, é uma transformação um pouco maior. Então optamos por fazer uma transformação de canino a canino, mantendo o padrão de cor, em dois procedimentos: um que envolve as coroas sobre os implantes e outro sobre os dentes envolvendo lentes de contato dentais que são as mesmas coroas, mas com intervenção menor.

O que eu explico para o paciente é que não importa se para mim é coroa, é faceta ou lente. O que importa é que a hora que o paciente sorria, a gente veja dente, todos da mesma cor e com a mesma textura.

O nosso terceiro caso é de uma paciente que envolve todos os processos. Ela já possuía coroas antigas, o dente um tanto quanto escurecido, resina… e ela queria uma transformação em que todos os dentes se parecessem e ficassem naturais.

Assim a gente substitui coroas antigas por coroas novas, facetas de resina por facetas de porcelana e nos dentes sem intervenção optamos por maquiar a parte externa, já que não era necessária a intervenção na outra face, as chamadas lentes de contato dentais.

Então eu vou conforme a música e diante do que o paciente me apresenta, e as necessidades do processo se apresentam também. Assim a gente alcança um sorriso perfeito, bonito e harmonioso com cara de dente e não cara de porcelana.

Por hoje é isso, pessoal! Espero que vocês tenham conseguido compreender as diferenças e até a próxima! Entre em contato com a Clínica Renata Avighi quando tiver qualquer dúvida:

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A importância da Guia Canina

guia canina - antes e depois

Hoje eu queria explicar para vocês a importância da guia canina. A guia canina é o trilho da nossa mastigação e da nossa mordida. São os caninos que orientam o movimento dos nossos dentes e os protegem, evitando que se toquem inadequadamente, garantindo sua durabilidade.

Observar isso é muito importante quando a gente trabalha com restaurações estéticas na região anterior. Muitos pacientes vêm até o meu consultório, em Piracicaba, se queixando de que fazem restaurações nos dentes da frente e essas restaurações não duram, quebrando constantemente.

Mas muitas vezes não é porque a restauração não está bem feita, mas sim porque não foi estabelecido o movimento correto dos caninos. Sabe por quê?

No movimento certo, os caninos precisam tocar um ao outro quando a gente fala, quando a gente come, para que consigam guiar a nossa mordida e para que sofram a carga da nossa mastigação e da nossa fala, liberando os outros dentes que devem ser preservados, quando não possuem essa função de toque.

Como a maior parte das restaurações estéticas são feitas nos dentes da frente, que não são feitos para se tocarem, se elas se tocam… Elas quebram.

A resina é um material muito legal, mas em alguns momentos ela precisa ser preservada. Por exemplo, o paciente não pode morder coisas duras com aquele dente restaurado.

O que acontece muitas vezes é que o paciente toma todos esses cuidados, mas não pode controlar a oclusão dele. Cabe ao dentista fazer esse diagnóstico e entender que os caninos precisam ser tocados para que eles protejam as restaurações.

Então, por exemplo, um paciente que veio até o meu consultório e que a queixa dele era o fato de os dentes da frente estarem lascados, com espaço entre eles, alguns estavam com as pontas quebradas e alguns acinzentados, ou seja, é um indício de translucidez, o dente está tão fininho que enxergamos o fundo da boca.

Neste caso, recomendei ao paciente refazer as guias caninas. Quando o movimento dos caninos está incorreto, quem faz a guia serão outros dentes.

Com este paciente, os dentes laterais e centrais assumiram a função e ficaram sobrecarregados, desgastando-se e ficando lascados. Nem a melhor restauração que eu poderia fazer se manteria nessa situação.

Decidimos, então, pela melhor escolha com o procedimento de porcelana pura que vai durar com o movimento correto dos caninos. Ao tocar um canino com o outro, os dentes da frente não se tocam e o procedimento dura muitos e muitos anos.

Mesmo que eu tivesse restabelecido essa oclusão com resinas compostas, esse paciente teria um resultado final duradouro porque ele vai conseguir preservar os dentes da frente sem nem perceber, já que os caninos estão lá fazendo a sua função direitinho.

Quando a gente escolhe qualquer tipo de material restaurador, é muito importante avaliar a posição dos caninos. Não adianta eu fazer a melhor resina do mundo se eu deixar que os dentes desse paciente fiquem se tocando, a resina irá quebrar em 15 dias e o paciente vai se frustrar com isso.
O diagnóstico deve vir antes e é até mais importante que a escolha do material para a restauração! Ao registrar a posição dos caninos e melhorar isso, a gente consegue longevidade, sucesso e o paciente sai daqui feliz com qualquer um dos procedimentos.

Espero que tenha ficado claro para vocês a importância da guia canina. A Clínica Renata Avighi está disponível para atender as suas dúvidas e o seu sorriso. Entre em contato:

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Resinas Compostas e Lentes de Contato Dental: Qual escolher em relação à durabilidade?

Hoje vou apresentar um caso para discutir a diferença entre as resinas compostas e as lentes de contato dental em relação à durabilidade. Como escolher o melhor procedimento para você?!

O mais importante da diferença entre elas realmente é a durabilidade. O que eu levo em conta na hora de escolher, junto com o paciente, é o quanto eu acho que esse trabalho vai durar para aquele paciente em especial.

É claro que, para mim, é muito importante que o paciente saia da nossa clínica feliz e vá para casa com um tratamento estético que ele escolheu, resinas compostas ou porcelanas, por muitos e muitos anos.

Uma das coisas que eu preciso ponderar são os hábitos desse paciente. Se é um paciente que rói unhas, sofre de bruxismo ou pratica esportes de luta, por exemplo, hábitos que geram muito impacto nos dentes da frente, preciso ter mais cautela.

Então existem vários fatores em que eu pondero para garantir a durabilidade do meu trabalho, mas uma das coisas que faz eu me inclinar para o tratamento com as porcelanas é quando o paciente tem uma oclusão incorreta.

Contarei um caso para vocês para ilustrar essa questão e auxiliá-los na escolha do seu tratamento. Tenho uma paciente super antiga, que está comigo há pelo menos dez anos, e chegou à clinica depois de uma ortodontia não satisfatória. Sua queixa era a desarmonia dental, e a proposta era a reconstrução dos dentes desgastados.

Por causa da ortodontia insatisfatória, a paciente ainda apresentava uma oclusão que prejudicaria a durabilidade do tratamento estético, mas não tinha interesse em refazer o tratamento de ortodontia. Ela queria resolver o caso com o uso da estética.

Qual foi a minha sugestão, portanto, nesse caso? Propus que a gente começasse a fazer o tratamento com as resinas, já que a queixa dela era o formato dos dentes.

Então na época a gente não pensou em fazer porcelana e sim utilizar a resina, reestabelecendo as pontinhas dos dentes meio tortos, restaurando pontas com desgastes, dentes mais para trás, corrigindo a margem gengival – o que também é muito importante e já falamos bastante sobre isso.

Ficou lindo! A restauração das pontinhas dos dentes com as resinas compostas fez toda a diferença. A paciente ainda completou o tratamento com um clareamento dental, vendo as fotos do antes e depois notamos bastante a diferença não só do dente mais branquinho, mas do nivelamento gengival e dos dentes.

Essa paciente morde topo, como a gente diz. Ela bate a ponta dos dentes superiores com a ponta dos dentes inferiores. Isso não é uma oclusão correta!

O certo é que ela tivesse um trespasse em que ela mordesse esses quatro dentes da frente, principalmente, para fora dos dentes inferiores.

Então, nesta situação a resina não dura muito, porque vai sofrer um impacto diário, com o agravante que essa paciente roí as unhas.

Assim, depois de alguns anos, ela voltou para o consultório com este quadro: todas as restaurações tinham sido desgastadas de alguma maneira devido aos hábitos da paciente.

Diante desta queixa, recomendei a necessidade de investir em um tratamento um pouco mais duradouro e definitivo, que aguentasse esse impacto da mastigação, ou fazer um tratamento de ortodontia e devolver esses dentes para uma posição mais adequada, tirar o topo, tirar esse conflito da pontinha de um dente com o outro.

Então, juntas, decidimos pela primeira opção, escolhendo o procedimento com as lentes de contato dentais, que são de porcelana, muito mais duradouras.

Estabelecemos novamente as pontinhas dos dentes e tivemos a vantagem com esse procedimento de conseguir fazer o trespasse com as lentes de contato em que a paciente morde para fora, evitando o desgaste que ocorre com as resinas em que não conseguimos criar esse trespasse.

Essa paciente não queria nem mudar o tamanho dos dentes. Em termos estéticos, o resultado entre a resina e a porcelana são muito parecidos e a paciente estava satisfeita quanto a isso. O que ela não estava feliz, era ter de voltar e repetir o procedimento a cada seis meses.

Esse caso mostra a importância de diagnosticarmos se é o caso de investir em um tratamento mais definitivo. Há dez anos, quando a paciente fez o procedimento pela primeira vez, preferiu fazer um investimento menor.

Hoje ela preferiu a durabilidade, e agora ela só precisa retocar daqui há pelo menos dez anos… Eu não estou dizendo que há um tratamento melhor ou pior.

O que eu quero demonstrar aqui é como para cada paciente é um diagnóstico do que mais compensa investir e saber qual é o material mais indicado de acordo com os hábitos de cada pessoa.

Se fosse um paciente que não tivesse essa oclusão, por exemplo, muito provavelmente voltaria depois de nove anos com o procedimento praticamente perfeito.

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